Para atingir a meta de ficar entre os cinco melhores países do mundo nos Jogos Paraolímpicos do Rio, em setembro –feito que vai exigir em torno de 30 medalhas de ouro–, uma estratégia de valorização e treinamento de um “time de elite” foi montada pelo comitê brasileiro.

Desde 2010, um grupo de 40 potenciais medalhistas é acompanhado e cercado de atenção que envolve deslocamento de suas cidades natais para grande centros, estafe de profissionais de ponta para aumento do rendimento e de resultados, acesso a patrocinadores e gratificações que podem atingir R$ 40 mil.

Parte deste acompanhamento é feito semanalmente no Núcleo de Alto Rendimento Esportivo de São Paulo. 

Confira a matéria completa aqui.

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