O treinador, certo dia, aproximou-se de Verônica Hipólito e perguntou por que ela não mexia direito os braços e as pernas para correr.

Certa de que estava levando bronca, ela logo pediu desculpas.

O que ouviu em seguida, no entanto, mudaria sua vida. Não era bronca, era curiosidade. De quem achava que ela estava na equipe errada. “Ele me disse que eu era paraolímpica. Tudo fez sentido, abriu um novo horizonte para mim”.

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