Citius, altius, fortius. A máxima de que conquistas no apogeu do esporte estão reservadas aos mais rápidos, mais altos e mais fortes sobrevive intacta ao tempo. À tríade se incluía outro fator, que ao longo dos anos ditou a tendência de façanhas competitivas: a juventude.

Ainda que não oficialmente, ela se impunha como decreto. Atletas com mais de 30 anos, na ampla maioria das modalidades do esporte, já eram considerados veteranos ou fora do páreo em grandes competições.

Nos últimos anos, contudo, o conceito mudou. Principalmente em razão da evolução da tecnologia e das técnicas de treinamento, dentro e fora do Brasil, o alto nível deixou de ser terra de homens e mulheres recém-saídos da adolescência –ou mesmo ainda na adolescência– para ver campeões com cada vez mais idade.

Exemplos de atletas mais velhos se disseminam por todo o esporte. No futebol, na maratona aquática, no tênis, no basquete, e só tende a crescer. Não é por acaso.

“O desempenho físico do atleta diminui com a idade devido à perda de massa muscular. Nos últimos anos, houve uma mudança de cultura com a adoção de mais treinos de força, o que possibilita que atletas mais velhos mantenham massa muscular e força”, afirma Irineu Loturco, diretor técnico do Núcleo de Alto Rendimento, centro de treinos e pesquisas baseado em São Paulo.

 

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