Montanhas brancas cobertas de neve e grandes pistas de gelo não fazem parte do cenário brasileiro. Mesmo assim, apesar da total falta de tradição em esportes de inverno, a seleção masculina de bobsled conquistou duas vagas para os Jogos Olímpicos de PyeongChang, no próximo mês. E para quem acha que a participação do Brasil no evento será irrisória, o piloto dos trenós de dois e de quatro, Edson Bindilatti, garante que o time é competitivo.

– A gente não está indo lá para passear, a gente não está indo lá para brincar. A gente está indo para brigar por medalha. Se você entra em uma competição sem pensar em medalha, você já entra perdendo. Sabemos como é difícil, mas sabemos também que temos condições físicas e técnicas para buscar uma medalha olímpica. A dificuldade é gigantesca, sabemos que há grandes times, excelentes equipes, e vai depender do dia, de como está o gelo, como está a pista, a temperatura, se nosso trenó e nossas lâminas vão estar adaptados à temperatura do gelo. Há muitos fatores envolvidos para uma vitória, uma medalha, um bom resultado, mas a gente não está indo para brincar nem para passear, não, a gente está indo para fazer história para o Brasil — cravou o piloto da seleção brasileira.

A seleção de bobsled terá o próximo fim de semana para aproveitar com as respectivas famílias e, na segunda-feira, os atletas voltam a treinar no Núcleo de Alto Rendimento (NAR), no bairro de Santo Amaro, em São Paulo. A intenção é viajar para a Coreia do Sul em 1º de fevereiro.

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