De hoje até o dia 18, o objetivo é ouvir o hino brasileiro todos os dias no Rio. O simbolismo representa a ambição do Comitê Paralímpico Brasileiro para os Jogos Paralímpicos. A meta do Time Brasil é entrar no top 5 do quadro de medalhas. Em Londres foi quase: sétimo lugar, com 21 ouros, 14 pratas e oito de bronzes. Em 2016, chegamos com a maior delegação paralítica da história (285 atletas) e um punhado de francos favoritos. A seleção brasileira de futebol de 5 não perde há nove anos. Temos Daniel Dias, Clodoaldo Silva e André Brasil como multimedalhistas da natação, Terezinha Guilhermina e Alan Fonteles pelo atletismo.

O ciclo paralímpico brasileiro teve investimentos recordes de 400 milhões de reais. Um grupo de 40 atletas de elite fez parte da preparação fora do país. Por aqui, temos dois dos centros mais bem equipados do planeta. O Núcleo de Alto Rendimento (NAR), do Instituto Península, do empresário Abilio Diniz, faz planejamento e acompanhamento esportivo para a confederações como judô e atletismo. O Centro Paralímpico Brasileiro, do governo de São Paulo, poderia ter feito ainda mais diferença, mas só foi inaugurado em cima da hora, em maio de 2016.

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